Manaus comemora 350 anos contando e celebrando sua história

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O que define uma cidade? Área, território, conjunto populacional, costumes? Em sua raiz, a palavra cidade deriva do latim civitas, que significa originalmente “condição de cidadão” e de cives, que pode ser traduzido como “homem que vive na cidade” ou “cidadão”. Ou seja, a definição traduz algo que parece óbvio, mas que comumente esquecemos: a cidade sou eu, é você, somos nós. Juntos!

Manaus, a capital considerada o berço da Amazônia, completa 350 anos em 2019 e, em alusão a esta data especial, celebrada no dia 24 de Outubro, a Prefeitura de Manaus realiza uma programação especial com atividades culturais, shows e inaugurações.

A 22ª edição do Boi Manaus, a inauguração das duas casas mais antigas da cidade que abrigarão a exposição permanente em memória ao artista amazonense Óscar Ramos, a regravação do Hino da Cidade com a entrega do pavilhão universal restaurado e duas praças no coração do Centro Histórico de Manaus, além de um corredor cultural de fotos históricas são os eventos que marcam esta data: um verdadeiro reencontro da cidade com sua memória. 

Desde a pequena vila que surgiu no entorno da Fortaleza de São José da Barra, em 1669, até os dias de hoje, em que somamos mais de 2,2 milhões de habitantes, ainda buscamos entender nossas raízes como forma de construir o futuro. Este é o valor do resgate histórico que se promove em comemoração aos 350 anos da cidade. 

Boi Manaus 2019

 A celebração inicia no dia 23, às 16h, com os tradicionais trios elétricos tomando conta do Complexo Turístico da Ponta Negra, dando início à 22ª edição do Boi Manaus. Mais de 30 atrações entre levantadores de toada, Bumbás de Manaus, grupos de dança, torcida e ritmistas de Boi-Bumbá revezam-se em dois dias de festa. No dia 24, a comemoração continua, no mesmo horário, seguindo noite adentro.

Exposição Manaus 350 anos

 Quem for ao Boi Manaus terá a oportunidade de conferir ainda, no Complexo Turístico Ponta Negra, a Exposição Manaus 350 anos, que conta com pesquisa e curadoria do renomado historiador amazonense Otoni Mesquita e tem por objetivo contar a história da Cidade de Manaus, ao longo de seus 350 anos de desenvolvimento, por meio do uso de imagens históricas e cartões postais antigos, apresentando, tanto à população local, quanto aos turistas, parte da rica e diversa história da Cidade de Manaus, seus povos, costumes, belezas e monumentos a partir de aproximadamente 80 imagens históricas da cidade. 

Centro Cultural

 Como parte do programa de ressignificação do Centro Histórico de Manaus, a cidade ganha, na semana de aniversário, um novo e importante equipamento cultural em homenagem a um dos principais nomes da arte e cultura contemporânea no Amazonas e no mundo: Óscar Ramos. O Centro Cultural será abrigado nas casas mais antigas da cidade, a 69 e a 77, localizadas na rua Bernardo Ramos, ao lado do Museu da Cidade. O museu recebe a curadoria do artista Sérgio Cardoso e contará com obras, objetos pessoais e estudos de caso feitos pelo artista, além dos inúmeros prêmios que recebeu. Óscar Ramos faleceu aos 80 anos, em junho deste ano.

A inauguração terá a apresentação do ator Akamouth Ysraeli em performance de textos de Fernando Pessoa e “Epílogo”, da “Paixão de Ajuricaba”, primeira peça de teatro escrita pelo autor amazonense Márcio Souza.

Hino

No dia 24 de outubro haverá a histórica apresentação do Hino de Manaus, que foi revisado e contará com partituras para orquestra, banda marcial e piano. A composição de Nicolino Milano e Thaumaturgo Sotero Vaz, datada de 1906, ganha partitura oficial 16 anos após ser aprovada como hino oficial de Manaus, conforme a Lei Municipal 718/2003. Após a apresentação, a ideia é popularizar o hino, uma vez que será gravado em CD, DVD e um livro de partituras será editado.

A apresentação vai ocorrer junto a entrega do Pavilhão Universal restaurado, no Centro Histórico. Após a conclusão da obra, o Pavilhão Universal funcionará como um Centro de Atendimento ao Turista (CAT). A edificação é uma referência ímpar da arquitetura de ferro da Belle Époque, período áureo da cidade de Manaus. O restauro desse monumento resgata elementos existentes na edificação, em 1975, quando a estrutura do Pavilhão estava implantada na Praça Adalberto Vale.

Esta é a homenagem da Prefeitura para a cidade que acolhe a todos: os que chegam e ficam, os que passam, os que partem, os que voltam e os que são as raízes responsáveis por fecundar e fazer florescer esta casa que chamamos Manaus! Viva a cidade, viva Manaus!

Por: Secretaria Municipal de Comunicação
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