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Lixo plástico é uma das principais causas dos alagamentos em Manaus

O ano de 2019 começou bem típico. Chuvas, trovoadas, ventanias e uma enchente que promete ser maior do que nos anos anteriores. O alto índice pluviométrico, contribui para a elevação das águas dos rios, ocasionando um problema recorrente para os ribeirinhos. Na cidade de Manaus, a chuva forte causa transtornos de grande intensidade, deslizamentos, danificação de telhados, queda de árvores e alagamentos.

Entretanto, parte dos problemas ocasionados com as chuvas torrenciais poderia ser evitada. Na maioria das vezes em que ocorrem as enchentes urbanas o maior problema não está no volume de água que cai em forma de chuva, pois esta, rapidamente encontra vazão imediata em razão dos inúmeros escoadouros naturais, como os igarapés e córregos, e artificiais como bueiros e canaletas. Acontece que um elemento estranho às vias de escoação das águas pluviométricas atrapalha este processo natural de escoação, causando, inclusive, grandes prejuízos a todos os moradores das partes mais baixas da cidade. O elemento estranho e nocivo que causa tantos problemas é o lixo, em especial o constituído por plásticos dos mais variados tipos como papel de bala, pets, embalagens, utensílios domésticos, sacolas, copos descartáveis, canudinhos e até pneus.

Em primeiro lugar ocorrem os entupimentos dos escoadouros primários, que transbordam e alagam as ruas mais baixas. Em seguida, as galerias transbordam, alagando as avenidas de grande movimento e transformando-as em verdadeiros rios, ocasionando perdas consideráveis em residências e lojas. Isso já é recorrente em nossa cidade.

Grande parte desses problemas poderia ser evitada apenas não jogando lixo em qualquer lugar. Segundo os dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), somente nos dois primeiros meses do ano de 2019 já choveu cerca de 290mm na região de Manaus, sendo que o nível de precipitação é compatível com os índices habituais para a cidade.

Assim, se quisermos ajudar a resolver este problema de alagamentos precisamos cuidar melhor do nosso lixo, destinando-o corretamente e reaproveitando-o ao máximo a fim de evitar que esse grande volume de plástico vá parar nos bueiros e córregos. 

 

Sarampo: sintomas, tratamentos e causas – Uma questão de saúde pública!

De repente, o sarampo, uma doença erradicada da nossa região há alguns anos volta a atacar a população, em especial as crianças. Agora não adianta perguntar “de onde surgiu isso”, quem trouxe essa doença de volta. O que adianta mesmo é atender ao apelo da Prefeitura e ir até um posto médico municipal e receber a imunização. Acesse o folder de orientação da SEMSA aqui.

O que é Sarampo?

O sarampo é uma doença infecto-contagiosa causada por um vírus chamado Morbillivirus. A enfermidade é uma das principais responsáveis pela mortalidade infantil em países sub-desenvolvidos. Seus sintomas incluem febre e manchas no corpo, e o tratamento é feito para atenuar estes sintomas.

As vacinas para o sarampo são dadas na infância, e isso fez com que, em 2016, o Brasil tenha recebido da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) o certificado de eliminação da circulação do vírus do sarampo.

No entanto, em 2018 o país enfrenta dois surtos de sarampo, em Roraima e Amazonas, com mais de mil casos confirmados. Para saber mais sobre o surto clique aqui!

Tipos

Não há tipos de sarampo, somente fases de apresentação e complicações relacionadas à doença.

Causas

Não há uma causa específica para o Sarampo. O vírus ainda circula por não ter uma população completamente imune. Os surtos de sarampo ocorrem devido a fluxos de pessoas suscetíveis ao sarampo, ou seja, que não foram vacinadas, e também à diminuição da cobertura vacinal nos últimos anos.

Transmissão

A transmissão é diretamente de pessoa a pessoa, por meio das secreções do nariz e da boca expelidas pelo doente ao tossir, respirar ou falar.

Por isso, quem reconhece os sintomas do sarampo precisa se consultar com um médico. Se a doença for confirmada, deve evitar o contato com pessoas não infectadas.

Ficar em locais fechados junto com uma pessoa doente facilita a transmissão do vírus do sarampo.

 

Horta caseira: uma ideia brilhante que todos podem aderir!

Antigamente, a maioria das casas tinha uma horta. De repente, prédios, asfalto, condomínios e bairros compactados por todos os lados. Então, as pessoas mudaram de hábito e, em vez de plantar, acabamos por comprar nossa alimentação. E o alimento que era produzido artesanalmente, sem agrotóxicos e sem grandes impactos ambientais passaram a ser produzidos corporativamente com a inclusão de processos produtivos agressivos à natureza, de uma forma geral.

Mas, muitas pessoas movidas pelo prazer de plantar, pela necessidade de economizar e também pela necessidade de consumir alimentos saudáveis  realizar experiências exitosas em hortas caseiras.

Se você ficou animado para ter a sua própria horta saiba que:

  • Hortaliças podem ser produzidas em latas, sacos, formas, caixas, canos, garrafas pets e até em botas. A única exigência é que tenha solo de boa qualidade;
  • Não precisa de muito espaço, apenas de um lugar que seja iluminado pela luz do sol, por pelo menos duas horas por dia;
  • Pode-se plantar e colher com sucesso em pequenos espaços tomate, couve, coentro, cebolinha, chicória, pimentão, beringela e alface;
  • O solo a ser utilizado em sua pequena horta pode ser produzido e casa por meio de compostagem;
  • É possível começar sua horta caseira com apenas uma planta e ir aumentando a plantação aos poucos;
  • Pode-se colocar os recipientes com plantas em sacadas, janelas, penduradas em muros, em cima de bancos, mourões, cercas ou em vasos de plantas ornamentais.

Esperamos que você comece logo sua plantação. Recomendamos iniciar plantando cebolinha ou couve, que são de fácil cultivo. Logo, com certeza vai querer experimentar plantar outras hortaliças.

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