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Jason Momoa raspou a barba para alertar fãs sobre problema de poluição global

Jason Momoa, o ator conhecido por estrelar recentemente Aquaman, fez uma grande mudança no visual: ele raspou a barba pela primeira vez em sete anos.

Mas não foi um barbear comum. O ator havaiano fez isso para aumentar a conscientização de seus fãs sobre poluição plástica e a importância da reciclagem.

Em um vídeo do processo compartilhado eu seu canal no Youtube, Momoa promove o uso de latas de alumínio no lugar de garrafas plásticas de água.

“Adeus DROGO, AQUAMAN, DECLAN, BABA! Estou raspando essa fera, é hora de fazer uma mudança. Uma mudança para melhor … para meus filhos, para seus filhos, o mundo. Vamos fazer uma mudança positiva para a saúde do nosso planeta. Vamos limpar nossos oceanos e nossa terra. Junte-se a mim nesta jornada. Vamos mudar para o alumínio ‘infinitamente reciclável’. Água em latas, NÃO em plástico”, diz o ator na descrição do vídeo no YouTube.

Atualmente, em aproximadamente 60 dias, uma latinha de alumínio para bebidas pode ser comprada, utilizada, coletada, reciclada, envasada e voltar às prateleiras para o consumo. 

Aproveitando o embalo, vamos falar do Microplástico: um dos principais poluentes dos oceanos:

O microplástico, como o próprio nome diz, é uma pequena partícula de plástico. Esse tipo de material é um dos principais poluentes dos oceanos. Alguns pesquisadores consideram que o tamanho máximo do microplástico é de 1 milímetro, enquanto outros adotam a medida de 5 milímetros.
O grande problema é que, como mencionado em nossa matéria sobre a grande quantidade de plástico nos oceanos, o microplástico altera a composição de certas partes dos oceanos, prejudicando o ecossistema da região e consequentemente a saúde humana.

De onde vêm?
O microplástico que vai parar no oceano tem origem no descarte inadequado de embalagens; escape de embalagens de aterros por meio do vento e da chuva; lavagem de roupas de fibras de plástico como o poliester; escape de matéria primária de plástico como o nurdles; entre outras. Ao chegar à natureza, produtos como garrafas, embalagens e brinquedos que não foram descartados corretamente, passam por um processo de quebra mecânica realizada pela chuva, pelos ventos e pelas ondas do mar, que fazem com que os produtos se fragmentem em pequenas partículas plásticas que se caracterizam como microplástico.

Há microplásticos no sal, nos alimentos, no ar e na água. Saiba como como eles surgem, mude hábitos e previna-se
Pesquisas informam que o descarte industrial inadequado de plásticos e até mesmo a perda de matérias primas que levam microplástico em sua composição, pellets plásticos por exemplo, que ao longo do processo logístico acabam dispersos no meio ambiente, também são fonte de poluição por microplástico. Um estudo realizado pela Fundação North Sea, em parceria com outras instituições, apontou presença de microplástico em produtos de beleza e higiene pessoal como esfoliantes, shampoos, sabonetes, pastas de dente, delineadores, desodorantes gloss e protetores labiais sob a forma de polietileno (PE), polipropileno (PP), politereftalato de etileno (PET) e nylon.

(Leia mais em https://www.ecycle.com.br/1267-microplastico.html)

Afinal, a propagação da Gripe H1N1 é agravada pela falta de higiene das pessoas?

Poucos profissionais da saúde pública abordam a questão de higiene pessoal em relação à transmissão da gripe H1N1. Afinal, como a infecção é transmitida? Se fizermos um breve exame das recomendações médicas nacionais e internacionais encontraremos o reforço com a higiene pessoal como a principal forma de evitar a gripe e também outras infecções do aparelho respiratório. Em alguns países que realmente levam a sério a prevenção alguns hábitos comuns foram proibidos, como cuspir no chão. 

A simples proibição de cuspir no chão nos lugares onde fora implementada, entretanto, não parece ter acabado com a possibilidade de transmissão do vírus. Então, cabe o questionamento: É possível evitar a contaminacão com o vírus H1N1? A contaminação é aleatória? Existem grupos com maior risco de contrair a doença? 

Segundo os médicos é possível sim, evitar a contaminacão e, sim, existem grupos que estão mais expostos, como médicos professores e pessoas que trabalham com o público. A contaminacão não é aleatória, quer dizer, o simples fato de andar na rua ou ao ar livre não irá transmitir o vírus.

A gripe é  transmitida por meio das gotículas contaminadas das secreções nasais e bucais das pessoas que já estão afetadas. O período de incubação da gripe é de 4-6 dias. Adultos podem estar infectados até um dia antes dos sintomas aparecerem, o que significa que você pode transmitir o vírus H1N1 sem nem saber que você o tem. Isso quer dizer que o beijo pode transmitir a gripe, mesmo quando a pessoa contaminada ainda não está apresentando os principais sintomas.

Isso nos remeta à questão inicial e podemos afirmar categoricamente que SIM! A PROPAGAÇÃO DA GRIPE H1N1 É AGRAVADA PELA FALTA DE HIGIENE DAS PESSOAS! Acidentes acontecem e pessoas aparentemente sadias podem transmitir o vírus sem querer devido à proximidade de indivíduos em ambientes fechados ou abafados. Da mesma forma o compartilhamento de copos, alimentos, canudinhos e até um simples apertar de mãos, que depois são levadas à boca também podem transmitir o vírus. 

Não desejamos alarmar ninguém com estas afirmações. Mas você que está lendo este texto saiba que a responsabilidade pela saúde pública é de todos nós. O conceito de Educação Ambiental se estende ao espaço pessoal de cada um. Espirrar na direção do outro é falta de educação, assim como cuspir no chão, reutilizar de copos descartáveis usados para consumo próprio além de falta de educação é falta de higiene. Para as pessoas que trabalham com o público a simples utilização de uma máscara pode salvar vidas. Assim, cada um que, lembrando desses simples detalhes, pratica o que é certo está contribuindo para o vírus não avançar. 

O H1N1 PODE MATAR! FAÇA O VÍRUS PARAR! TENHA MAIS CUIDADO COM A SUA HIGIENE PESSOAL!

Foto: https://epocanegocios.globo.com

Austrália vai plantar 1 bilhão de árvores para ajudar a combater o aquecimento global

Como parte de uma campanha destinada a cumprir as metas climáticas estabelecidas pelo Acordo de Paris, o governo australiano está se preparando para plantar um bilhão de árvores.O projeto, que será executado até 2050, tem potencial para remover mais de 16 milhões de toneladas de gases do efeito estufa por ano. A ideia foi vista como um exemplo intrigante e de resposta mais rápida sobre as mudanças climáticas, servindo de exemplo para muitos países que não estão cumprindo o acordo.

Segundo pesquisas feitas pela ETH Zurich, na Suíça, uma ampla campanha de plantio de árvores em todo mundo poderia reduzir significativamente o dióxido de carbono na atmosfera, o suficiente para anular até uma década de emissões.Para o pesquisador Thomas Crowther, da ETH Zurich, as árvores são “nossa arma mais poderosa na luta contra as mudanças climáticas”.

 

Embora um bilhão de árvores seja um bom começo, a quantidade ainda é substancialmente menor do que 1,2 trilhão que Crowther e seus colegas estimam que a Terra conseguiria suportar, que poderiam ser plantadas em parques, bosques e terras abandonadas em todo o planeta.Se essa meta fosse alcançada, para o ecologista Thomas Crowther, ela superaria qualquer outro método para combater as mudanças climáticas – incluindo a construção de turbinas eólicas a dietas vegetarianas – já que o consumo de carne contribui para o aquecimento global pelo impacto que a pecuária provoca.

“É uma coisa bonita porque todos podem se envolver”, disse Crowther ao The Independent. “As árvores literalmente tornam as pessoas mais felizes em ambientes urbanos, melhoram a qualidade do ar, a qualidade da água, a qualidade dos alimentos, o serviço ecossistêmico, é uma coisa tão fácil e possível”, finalizou.

Manaus entre as capitais que mais plantou árvores no Brasil

Sim, o mundo está mudando e em vários lugares do mundo e várias cidades têm se tornado modelo de gestão ambiental. Na região Amazônica, Manaus é um exemplo de avanço em questões ambientais, pois a cidade, nos últimos cinco anos, tem recebido investimentos volumosos por meio de projetos sérios de arborização, (Arboriza Manaus), assim como tem voltado o seu olhar para a questão educacional ambiental.

O ponto alto desse trabalho que vem sendo desenvolvido ao longo de vários anos, e que já conta com o plantio de mais de 60 mil mudas de árvores de espécies amazônicas plantadas foi o florescimento dos ipês na Av. Djalma Batista, no segundo semestre de 2018. Naquele momento a população, maravilhada, percebeu que algo de novo estava acontecendo. Gestões anteriores haviam tentado introduzir espécimes não nativas da região, como a palmeira imperial, acácias e até dendê, sem muito sucesso, devido ao clima quente e úmido. A experiência com os ipês, entretanto, alcançou um estrondoso sucesso. A parte mais interessante é que as próprias árvores da avenida produziram sementes que estão sendo replantadas e que em breve dinamizarão ainda mais o quantitativo de árvores plantadas na cidade. 

Conheça o projeto Arboriza Manaus 

Fotos: Arlesson Sicsú / Semmas

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